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	<title>Vivo pela Vida &#187; perdão</title>
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	<description>Por que você vive? Pelo quê você vive?</description>
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		<title>&#8220;A dignidade de Deus&#8221; &#8211; estréia de Pedro Barbosa</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 11:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Resgala</dc:creator>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-518" title="perdao23" src="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2009/02/perdao23-300x238.jpg" alt="perdao23" width="180" height="143" /></p>
<p><em>Me lembro da minha primeira aula de História das Religiões, no mestrado, em que o professor (um <strong>padre</strong>, por sinal), sugeriu não que não abordássemos o <strong>Cristianismo</strong> durante o curso, por ser um assunto sobre o qual “todo mundo já sabia” um pouco, já que haviam tantas outras grandes <strong>religiões</strong> a serem estudadas. A turma, naturalmente, começou a <strong>debater</strong> tal decisão, e só naqueles poucos minutos de discussão já deu pra perceber o quanto o assunto era controverso. Pedi a palavra, então, e questionei se o fato de temos naquela sala <strong>visões tão diferentes</strong> sobre uma religião tão <strong>importante</strong> para a formação de todos nós, não seria um bom argumento para discutirmos sobre ela durante o curso. E então o padre-professor concordou em dedicar duas aulas do programa para <span style="text-decoration: line-through;">falar mal</span> tratar dos primórdios da sua própria religião.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em>Este episódio, assim como tantos outros vivenciados por aí, me fazem pensar em como temos os ensinamentos cristãos como coisas “<strong>que já sabemos</strong>”, já trazemos de berço, <strong>independente</strong> da nossa religião. Perdi a conta de quantos <strong>ateus</strong> vi se dizerem mais <strong>entendedores</strong> da bíblia que os próprios <strong>cristãos</strong>; de quantos crentes divergirem sobre questões fundamentais de sua crença, de quantas pessoas se acharem capacitadas para debater sobre o cristianismo baseado apenas no que aprenderam na catequese que fizeram para receber a primeira comunhão. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em>Buscando, pois, uma forma de <strong>desenvolver</strong> não só o conhecimento de estilo acadêmico, mas sobretudo possíveis aproximações dos ensinamentos evangélicos para os dias de hoje, que <strong>inauguramos</strong> hoje uma nova sessão do </em><em>blog</em><em>, apresentada pelo nosso <strong>novo colaborador</strong> (mas já velho amigo) <strong>Pedro Barbosa Júnior</strong>. Pedro é formando em <strong>História</strong> pela UFJF, e um grande curioso na arte de </em><em>ver além</em><em> através dos escritos bíblicos. Mais do que um estudioso do assunto, ele é um </em><strong>amante</strong> <em>do que faz – o que o capacita grandemente para fazer parte do nosso <strong>time</strong>.<br />
</em>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em>Seja você cristão ou não, com toda certeza carrega um grande peso do cristianismo em sua <strong>história</strong>. Encare como bom ou mau este peso, é preciso <strong>conhecê-lo </strong>para viver a vida. E, acredite, ele não é do tipo da coisa que se vê somente </em><em>&#8220;com os olhos</em><em>&#8220;&#8230;</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em><br />
</em>
</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">A dignidade de Deus</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;">Por: Pedro Barbosa Júnior</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Certo dia eu li uma <strong>frase</strong> na agenda de uma amiga que dizia: <em>“<strong>todo homem quer ser Rei, todo rei quer ser Deus, mas só Deus quis ser homem</strong>”.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Frase inquietante que me fez pensar que essa pretensão do <strong>homem</strong> de situar-se no lugar de <strong>Deus</strong> não traz consigo o mérito de possuir a “dignidade de Deus”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Por exemplo: Vejo essa questão no caso de <strong>perdoar</strong> pecados. Não estou aqui a definir teologicamente o que seja pecado, mas vamos entendê-lo como ações que alguém realiza que atinja <strong>negativamente</strong> o próximo, no qual esse <em><span style="text-decoration: underline;">alguém</span></em> ou esse <em><span style="text-decoration: underline;">próximo</span></em> pode ser você, leitor, ou eu mesmo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Se perdoar pecados é uma questão <strong>exclusiva</strong> de Deus (assim é a doutrina judaica e cristã) é estranho quando um homem ou uma mulher assuma pra si essa <strong>função</strong>. Talvez fosse por isso o estranhamento dos escribas aos ouvir <strong>Jesus</strong> dizer a um paralítico: “Filho, teus pecados estão <strong>perdoados</strong>”. (Mc 2, 5)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Seria mais fácil ouvir Jesus dizer ao paralítico: “<strong>levanta e anda</strong>”. Assim o show da fé seria menos blasfêmico que perdoar pecado&#8230; Aliás, esse negócio de <strong>perdoar</strong> quem gosta e quem entende é Deus!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Analisando a divindade de Cristo, observamos que Jesus de Nazaré sendo Deus &#8211; e um Deus que <strong>escolheu</strong> ser homem &#8211; Ele sem dúvida assumiu a pretensão divina que leva à compaixão, ao amor, à ternura, à bondade&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Contudo, se Jesus não fosse Deus, ele, com certeza, teria sido um homem nobre, um Rei (dos judeus e de quem quisesse ser seu súdito) que fazia escolhas divinas nos sentimentos do seu coração, preferindo a <strong>bondade</strong> ao invés da crueldade, a <strong>misericórdia</strong> à condenação, a <strong>amabilidade</strong> ao egoísmo, a ternura ao ódio, a <strong>esperança</strong> ao desespero, enfim, a <strong>Vida</strong> à morte!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-520" title="todo-poderoso-poster01" src="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2009/02/todo-poderoso-poster01-202x300.jpg" alt="todo-poderoso-poster01" width="85" height="126" />O filme “<a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=244" target="_blank">O Todo Poderoso</a>”, encenado pelo ator Jim Carrey, mostra, entre outras coisas, o quanto que o poder <strong>desmedido</strong> nas mãos humanas toma caminhos <strong>desastrosos</strong>. Mesmo que o sucesso do filme de comédia tenha sido mostrar o poder sobrenatural de Deus nas mãos de um simples sujeito e, a partir daí, as <strong>confusões</strong> que o personagem criou (que, aliás, são hilárias) não posso deixar de observar que, ao contrário do filme, foi o poder “sobrenatural” de <strong>amar e perdoar </strong>que Jesus copiou de Deus – e quis mostrar ao homem que este consegue viver a “dignidade de Deus” a partir de sua <strong>personalidade comungada com pequenos fragmentos do céu!</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Deste modo, acredito que o <strong>extraordinário</strong> se torna <strong>ordinário</strong> através de pequenos-grandes atos, como a capacidade de <strong>perdoar</strong> e dar o <strong>perdão</strong>, mesmo sabendo que essa é uma tarefa exclusivamente divina, e por isso tão difícil – mas não impossível a gente como nós!&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><em>P.S. (do Luis): Um banco, para ficar em pé e cumprir sua função, necessita de pelo menos<strong> 3 </strong>pernas. É com muita ALEGRIA que recebemos o Pedrão no time, que além de todas as características já citadas pelo Gabriel, também tem uma série de outras afinidades conosco: A <strong>intermitente</strong> falta de  parafusos, o bom gosto, um senso de humor particular e a busca ousada da vida. </em></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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