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	<title>Vivo pela Vida &#187; Mauricio Barrios</title>
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	<description>Por que você vive? Pelo quê você vive?</description>
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		<title>&#8220;Mãe, obrigado por me deixar viver!&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 06:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Resgala</dc:creator>
				<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio Barrios]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é raro ouvir pessoas dizerem que o aborto é um &#8220;mal necessário&#8220;, servindo como uma alternativa ao abandono de bebês. &#8220;Pra que deixar viver tantas crianças sem futuro?&#8221;, já me questionaram algumas vezes&#8230; Pois vejam o que acha este jovem argentino: Argentino abandonado na maternidade reencontra mãe no Facebook Marcia Carmo De Buenos Aires [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Não é raro ouvir pessoas dizerem que o aborto é um &#8220;<strong>mal necessário</strong>&#8220;, servindo como uma alternativa ao abandono de bebês. &#8220;Pra que deixar viver tantas crianças sem futuro?&#8221;, já me questionaram algumas vezes&#8230;</em></p>
<p><em>Pois vejam o que acha este jovem argentino:</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<h1>Argentino abandonado na maternidade  reencontra mãe no Facebook</h1>
<div>
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<p><em>Marcia Carmo</em></p>
<p><em>De Buenos Aires para a BBC  Brasil</em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2010/04/MauricioBarrios.jpg"><img class="size-full wp-image-3542 alignleft" title="MauricioBarrios" src="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2010/04/MauricioBarrios.jpg" alt="MauricioBarrios" width="226" height="283" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;">Um estudante  argentino de 23 anos, que havia sido abandonado em um hospital quando  tinha sete dias de vida, encontrou a mãe biológica através do site de  relacionamentos Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">Mauricio Barrios, que mora na província de  Córdoba com a família que o adotou, lançou em março uma página no  Facebook chamada “<em>Busco a mi mamá</em>” (&#8220;Procuro  minha mãe&#8221;), na tentativa  de encontrar a mãe biológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, além da família adotiva, 25 mil  pessoas se uniram à campanha na rede social para tentar ajudá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há uma semana apareceu uma amiga da minha mãe  biológica, que a ajudou naquela época. O nome dela é Iris e ela me disse  onde morava a família da minha mãe. Viajei com parentes (adotivos) à  Villa del Totoral, e lá encontrei meus avós, meus tios e primos”, disse  ele ao jornal Clarin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desculpas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como a mãe não estava na cidade, o encontro  entre eles só ocorreu no último domingo, em uma praça, na companhia de  familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ela me abraçou, pediu desculpas, e eu a  desculpei e a agradeci por <strong>me deixar ter vida</strong>”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Mauricio, a mãe biológica teria contado  que a gravidez foi &#8220;um acidente&#8221;, que casou com outra pessoa, mas não  tem filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mauricio contou que foi deixado pela mãe  biológica num hospital após ter sido nascido prematuro no dia 1º de  janeiro de 1987.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu queria agradecer porque<strong> </strong>ela me deixou  nascer<strong>, não me abortou</strong>. Ela me manteve vivo durante os sete meses da  gravidez”, afirmou, nesta segunda-feira, diante das câmeras de televisão  da Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sinto um imenso alívio. Eu sempre quis saber  quem era minha família de sangue. Sempre tive essa curiosidade, essa  pergunta constante. Estou muito mais tranquilo e feliz agora”, disse,  por telefone, à BBC Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Na segunda-feira, Mauricio agradeceu no Facebook  o apoio dado a ele.</p>
</div>
</div>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/04/100419_facebook_argentina_mc_np.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a>, 20/04/10 (grifos nossos).</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grávida-2.jpg"><img class="size-full wp-image-3544 alignright" title="Grávida" src="http://vivopelavida.com.br/wp-content/uploads/2010/04/grávida-2.jpg" alt="Grávida" width="148" height="148" /></a><em>A matéria da <a href="http://www.acidigital.com/noticia.php?id=18751" target="_blank">ACI Digital</a> destaca também as palavras trocadas por Maurício e sua mãe: </em><em>&#8220;Obrigado por ter tido a valentia de me <strong>suportar</strong> sete meses e  não ter me abortado&#8221;; ele disse. Ela, muito emocionada, pediu-lhe: </em><em>&#8220;meu filho; sou eu, sua mamãe. Não me  odeie. Perdoe-me. Recordei-te sempre, nunca me esqueci de você&#8221;. Após o encontro, Maurício relatou: </em><em>&#8220;senti-me <strong>pleno</strong>, nunca tinha experimentado a serenidade da alma. Por fim  pude fechar minha história&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em vez de revolta pelo abandono, gratidão pela vida; em vez de mágoa,  perdão. </em><em>Ao ver situações como esta, penso em como tantas vezes somos levados a <strong>desacreditar </strong>nas pessoas projetando nelas as nossas próprias dificuldades&#8230; Ora, não é porque eu não sei se conseguiria ter uma atitute tão nobre como a desse garoto que devo desconfiar de quem a tenha.<br />
</em>
</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em vez de querer que o mundo seja <strong>limitado </strong>como nós, deveríamos ampliar um pouco nossa visão, para <strong>enxergá-lo</strong> melhor!</em></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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