O que sabemos de Deus são as pegadas da Sua ausência.
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Tags: Deus, pegadas, Pensamento, vida, Vivo Pela Vida
“Deus é o silêncio do universo, e o ser humano, o grito que dá sentido a esse silêncio”
(Segundo o Gabriel, esta frase é um ótimo exemplo de como as palavras podem adquirir um novo sentido dependendo de quem fala… )
Imaginem a mesma frase sendo dita por algum grande místico… por que não?
Tags: Deus, grito, Pensamentos, Saramago, silêncio
“Deus cada vez mais se cansa dos grandes reinos, porém jamais das pequeninas flores.”
PS: feliz 12 de outubro!
Tags: criança, Deus, flor, Pensamento, pequenas coisas, vida
Está no ar o primeiro número oficial do VIDA LOUCA CAST! O Podcast do Vivo Pela Vida.
Neste episódio: Gabriel Resgala, Luis Nascimento e Pedro Júnior se encontram em um lugar muito esquisito para falar de um assunto que, dizem por ai, não se discute… RELIGIÃO!
Se divirta conferindo as loucuras (e algumas reflexões sérias) de um grupo que possui um ex-xintoísta, um devoto do Imperador Constantino e um cientista da religião que acha é minoria. Escute alguns dos absurdos que já ouvimos por aí, conheça a dogmática da doutrina corinthiana e participe da campanha: PAREM DE GRITAR!
Aviso: Este não é um podcast teológico, apologético, dogmático, científico, ou qualquer outro “ico” que dê alguma casca de seriedade ao assunto… Este é um bate papo informal, ocorrido logo após uma sinuca, no qual expomos o que ACHAMOS sobre “religião”. Esse podcast é a primeira parte de uma longa conversa, a segunda parte será publicada em breve… aguardem…
Veja ainda:
- Texto de “A Perfeita Alegria”- São Francisco
- Papel de Parede “O coração dos Evangelhos” – por Marcelo Silva
- Parque Halfeld – Juiz de Fora
Escute aqui!
ou clique aqui para fazer o Download
(clique com o botão direito e escolha “Salvar como…”)
Duração: 45 min. – Tamanho: 42 MB
Tags: amor, Cristianismo, Deus, euvangelho, evangelho, Jesus, PodCast, Religião, vida, VidaLoucaCast, xintoísmo
Por Pe. Zezinho, scj
Chamava-se Cristina e tinha 23 anos e uma história de marejar os olhos. Família de onze irmãos. Das treze pessoas sobraram ela e dois irmãos, um dos quais não via há cinco anos. O pai fora morar com outra depois de encher a mãe de filhos. Fez mais três na outra matriz. Morreu aos 50 anos de cirrose hepática, a mãe morreu de complicações no pulmão.
Um por um os irmãos foram morrendo: Numa só noite dois irmãos foram esfaqueados; quatro deles em três anos por atropelamento, overdose, ataque epiléptico e doença que ela nem sabia dizer qual. Para resumir: ela e o Cristiano só tinham um ao outro. Ele com dezesseis anos, dependente dela. Queria uma ajuda porque Cristiano andava mexendo com maconha e ela não podia perdê-lo. O rapaz deu de não mais estudar nem trabalhar.
O dinheiro do aluguel mal dava para se manterem. Uma escola mudaria o Cristiano. Fiquei olhando aqueles olhos tristes e vermelhos de chorar, pelo único irmão que lhe sobrara. Indiquei um grupo católico que ajudava rapazes drogados. Conseguimos internação. Ontem fiquei sabendo que há 6 meses o rapaz morreu afogado em Santos.
Sobrou a Cristina. Veio me ver. Está envelhecida aos 27 anos.
Só no mundo e literalmente só. Pediu licença e fez-me uma pergunta:
- Deus quis tudo isso, padre?
Se eu fosse da linha fundamentalista, iria citar umas 20 frases da Bíblia, para dizer que Deus sabe o que faz e que isso tudo foi para o bem. Como minha fé não tem resposta para tudo , respondi:
- Gostaria de saber porquê, mas não sei. Gente como você Cristina, faz a gente repensar o conceito de vida e de Deus. Agora você sofre. Daqui a 15 anos teremos outras respostas. E quem sabe você estará me explicando a dor da cruz.
Apertou-me, abraçou-me e disse:
_ Não lhe contei. Estou namorando e vamos nos casar no fim do ano. Reze por nós.
E eu…
_ Olha aí uma resposta!
26/11/2007
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Tags: Deus, Padre Zezinho, Sabedoria, Sofrimento, vida
_ “O medo de altura não é o medo de cair; é o medo de saber que nada te impede de se jogar lá de cima”, dizia alguém…
Boto o pé no parapeito. É bom se apoiar, ficar mais próximo da pequena imensidão da vista do terceiro andar. Ver melhor tudo o que me circunda, lembrar que sou pouco.
_ “Do alto da pedra eu busco impulso pra saltar”, dizia uma música que não me saía da cabeça…
Todo aquele que procura uma verdade acaba, mais cedo ou mais tarde, descobrindo a primeira delas: a vida é mais forte que nós. Somos sempre fracos demais para encará-la. Não há relativismo que ignore isto, não há ego que suporte saber aquilo que tanto tenta esconder: a vida vence sempre. Nem que seja na hora da morte – eis, pois, seu triunfo maior! A morte é a vitória da vida: só morre quem está vivo. Não há como lutar contra o mais inevitável de todos os destinos. Ninguém tem esse poder.
E quanto mais se escancara essa verdade, quanto mais descobrimos nossa miséria e nossa inevitável derrota – na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza – mais nos sentimos desnudos, desarmados, acuados. Que posso eu diante de um tsunami, um raio ou um carro desgovernado? Quem sou eu para que a crise da bolsa não me atinja? Que é a ONU frente ao terrorismo suicida? Os direitos humanos frente à “lógica do mercado”?…
Que é o coração diante de uma louca paixão?
A mente diante do desejo?
A mãe diante do filho enfermo?
O diploma diante do desemprego?
Sim, até há como negar. Há como fingir, há como ofuscar. Há quem passe a vida num castelo de areia, faz-se rei. Mas a verdade – a Verdade! – é que o mar está lá. Hoje só ouço as ondas, mas um dia elas me alcançarão…
É preciso encarar o alto da pedra.
Da pedra se vê a imensidão do oceano, a batida das ondas, a vastidão do horizonte. Pisando na pedra vejo o quanto a vida é grande diante de minhas minhas idéias tortas. O quanto sou fraco e ela é forte. O quanto não tenho chance alguma.
É preciso pular.
Do alto da pedra vê-se outras pedras lá embaixo, onde posso cair. Mas também vê-se o mar.
Há como lutar e há como fugir. Há como pular. Há como sentir o vento a indicar o caminho. O vento sopra onde quer, não se sabe pra onde vai. Mas há como segui-lo…
Cair no mar. Ser um pedaço do oceano, nadar no infinito, consubstanciar-se naquilo tudo. Viver é escolher onde pular: pedra ou mar. Fugir da vida ou mergulhar nela.
É bom apoiar o pé no parapeito, aqui em cima. Curtir a paisagem. Não ter medo de altura.
Vivo de pequenos pulos… Um dia ainda dou um grande. Basta aprender que as asas do ser humano quem faz é o próprio vento…
Viver é mergulhar.
Amar é desarmar-se…
(originalmente publicado no Humanando)
Tags: crônica, Deus, Do alto da Pedra, Entrega, rosa de saron, vida
Um dia fui mergulhado, batizado no amor.
Amor Trindade, comunidade, verdade!
Mistério insondável na dinâmica da vida.

Só o primogênito poderia chamar o Adonai de Abá.
Porém, a Trindade perfeita resolveu me alcançar.
No mergulho me refez e me convidou ao profundo.
As águas do Espírito geram o coração do Filho que vê o Pai.
Torno-me templo, irmão e outro filho.
Nessa comunhão, agora ouso dizer: Abá Pai: Papaizinho…
(Solenidade da Santíssima Trindade)
Tags: amor, Cristianismo, Deus, vida


Citar o Pe. Zezinho no último “Pensamento do Dia” me fez ficar pensando um pouco nele… Verdadeira lenda vida da comunicação cristã, ou melhor, da música popular brasileira (quem mais teria ganho 25 discos de ouro, um de platina e um de diamante sem nunca ter aderido à grande mídia?) e mundial (é tido como “o padre cantor mais conhecido do mundo”), o cara é do raro tipo que consegue ser respeitado por todas as “alas” da Igreja Católica (e fora dela também) – com excessão, é claro, daqueles que não respeitam ninguém… E, apesar de tantos superlativos, é daquelas pessoas com quem vale a pena bater um bom papo, quem sabe tomar uma cervejinha (ou um vinhozinho, o que é mais provável…).
Pois ontem acordei lembrando, não sei por que, de uma musiquinha dele que ouvi apenas uma vez, há muito tempo, mas que ficou gravada na memória… Com as graças da Internet, achei-a. É de 1998, se chama “Canção ao Deus Cantor”:
Canção ao Deus cantor
(Pe Zezinho, scj)
Eu acredito
Que Deus existe e fez o mundo e tem amor
Eu acredito
Que o céu existe e lá no céu se canta e dança
Eu acredito
Que Deus faz versos e canções que os anjos cantam lá no céu.
Se Deus existe, ele é amor,
Se Deus existe, ele é cantor.
Eu acredito
Em fazer versos e poemas e canções.
Eu acredito
Em quem se senta a uma varanda e canta e canta.
Eu acredito
Que Deus faz versos e canções que anjos cantam lá no céu.
Por isso quando é nuvem negra eu canto paz
Por isso quando é céu azul eu canto mais
E quando escuto o mar cantar me chamar
Eu canto com o mar.
O universo é uma canção…
Por isso eu sei que Deus existe… e é cantor!
Uma canção simples, mas que pela credibilidade do autor tem certo “peso teológico”. “Se Deus existe, ele é cantor”. É o que ele acredita, e por vezes me pego pensando nisso também. Fala a verdade: a música é algo muito louco para ser simplesmente uma invenção humana. A mais universal das artes, o jeito mais globalizado de fazer desabrochar uma emoção, seja ela qual for. Acho que não tem forma melhor de pensar no conceito de “alma” do que imaginar alguém totalmente mergulhado, absorto, ao interpretar ou escutar uma música qualquer…
Pois essa musiquinha do Pe. Zezinho me remete a outra, de um doido manso lá do Maranhão, que atende pelo nome de Zeca Baleiro.
Heavy Metal Do Senhor
Zeca Baleiro
O cara mais underground que eu conheço é o diabo
Que no inferno toca cover das canções celestiais
Com sua banda formada só por anjos decaídos
A platéia pega fogo quando rolam os festivais…
Enquanto isso Deus brinca de gangorra no playground
No céu com santos que já foram homens de pecado
De repente os santos falam “Toca, Deus, um som maneiro!”
E Deus fala “Agüenta, vai rolar um som pesado!”
A banda cover do diabo acho que já tá por fora
O mercado tá de olho é no som que Deus criou
Com trombetas distorcidas e harpas envenenadas
O mundo inteiro vai pirar com o heavy metal do Senhor…
Do Senhor! Do Senhor!
Deus fazendo Heavy Metal, e o diabo copiando. Estranho? Bem, Rogério Feltrin, fundador do primeiro grupo de heavy-metal católico de que se tem notícia, o Rosa de Saron, escreveu no livro de memórias dos 20 anos da banda sobre a suposta “origem demoníaca do rock”:
“‘A arte é uma forma de expressão propriamente humana, nascendo de um talento dado pelo Criador e do esforço do próprio homem’ (Catecismo da Igreja Católica, nº 2501).” Ou seja, “o demônio nada cria, no máximo destrói”.
E ora vejam: este livro, chamado “Rock, Fé e Poesia“, tem o prefácio de ninguém mais, ninguém menos que ele – o Pe. Zezinho, que, apesar de não fazer mais músicas “antenadas” com o mundo jovem já há algum tempo, afirma sua admiração por um rock’n roll bem feito: “Chego a imaginar uma ópera-rock baseada no Dives in Misericórdia. João Paulo II bem que o merecia! Ele viu valor nesse gênero de música”.
Ok, ok… Mas daí a imaginar Pe. Zezinho cantando “Heavy Metal do Senhor” seria demais, não é?
Não é?…
Pois…
Eis que, no longíquo ano de 2005, num congresso em São Paulo, eu recebo um folhetinho com programações culturiais da cidade e, ao folhear, me deparo com uma foto do bom e velho padre com a seguinte legenda: “A série ‘Encontros Improváveis’ reúne Pe. Zezinho e o cantor e compositor Zeca Baleiro no palco do CCBB”.
Sim. Esses dois já dividiram o mesmo palco. Cantando, contando casos e jogando conversa fora. Era um projeto que reunía as parcerias mais inusitadas, como Falcão & Zé do Caixão, Zé Rodrix & João Gordo, Lucinha Lins & Elke Maravilha… Mas, buscando pelo Google, o único comentário que achei sobre o encontro entre Baleiro & Zezinho foi que o Zeca, assim como o idealizador do projeto, “foi muito influenciado na infância” pela música do Pe. Zezinho, fato que justificou a escolha da dupla.
O que aconteceu naquele palco? Como não pude ir, só me resta alimentar a curiosidade mórbida. Se você, caro leitor, por um acaso qualquer, assistiu a esse encontro improvável, por favor atenda nossa súplica: descreva-nos como foi o Heavy Metal do Senhor. Sim, porque essa não pode ter ficado de fora do repertório. Nem que tenha sido numa versão mais light… Aliás, light? Não, obrigado. Assim como o Zeca, eu destesto Coca – e música – light. Seja música sacra, heavy metal ou bossa nova banquinho-e-violão, tem que vir de dentro.
Tem que ter alma.

Boa semana!
Tags: Deus, música, Padre Zezinho, Rock, rosa de saron, vida, Zeca Baleiro

Me lembro da minha primeira aula de História das Religiões, no mestrado, em que o professor (um padre, por sinal), sugeriu não que não abordássemos o Cristianismo durante o curso, por ser um assunto sobre o qual “todo mundo já sabia” um pouco, já que haviam tantas outras grandes religiões a serem estudadas. A turma, naturalmente, começou a debater tal decisão, e só naqueles poucos minutos de discussão já deu pra perceber o quanto o assunto era controverso. Pedi a palavra, então, e questionei se o fato de temos naquela sala visões tão diferentes sobre uma religião tão importante para a formação de todos nós, não seria um bom argumento para discutirmos sobre ela durante o curso. E então o padre-professor concordou em dedicar duas aulas do programa para falar mal tratar dos primórdios da sua própria religião.
Este episódio, assim como tantos outros vivenciados por aí, me fazem pensar em como temos os ensinamentos cristãos como coisas “que já sabemos”, já trazemos de berço, independente da nossa religião. Perdi a conta de quantos ateus vi se dizerem mais entendedores da bíblia que os próprios cristãos; de quantos crentes divergirem sobre questões fundamentais de sua crença, de quantas pessoas se acharem capacitadas para debater sobre o cristianismo baseado apenas no que aprenderam na catequese que fizeram para receber a primeira comunhão.
Buscando, pois, uma forma de desenvolver não só o conhecimento de estilo acadêmico, mas sobretudo possíveis aproximações dos ensinamentos evangélicos para os dias de hoje, que inauguramos hoje uma nova sessão do blog, apresentada pelo nosso novo colaborador (mas já velho amigo) Pedro Barbosa Júnior. Pedro é formando em História pela UFJF, e um grande curioso na arte de ver além através dos escritos bíblicos. Mais do que um estudioso do assunto, ele é um amante do que faz – o que o capacita grandemente para fazer parte do nosso time.
Seja você cristão ou não, com toda certeza carrega um grande peso do cristianismo em sua história. Encare como bom ou mau este peso, é preciso conhecê-lo para viver a vida. E, acredite, ele não é do tipo da coisa que se vê somente “com os olhos“…
A dignidade de Deus
Por: Pedro Barbosa Júnior
Certo dia eu li uma frase na agenda de uma amiga que dizia: “todo homem quer ser Rei, todo rei quer ser Deus, mas só Deus quis ser homem”.
Frase inquietante que me fez pensar que essa pretensão do homem de situar-se no lugar de Deus não traz consigo o mérito de possuir a “dignidade de Deus”.
Por exemplo: Vejo essa questão no caso de perdoar pecados. Não estou aqui a definir teologicamente o que seja pecado, mas vamos entendê-lo como ações que alguém realiza que atinja negativamente o próximo, no qual esse alguém ou esse próximo pode ser você, leitor, ou eu mesmo.
Se perdoar pecados é uma questão exclusiva de Deus (assim é a doutrina judaica e cristã) é estranho quando um homem ou uma mulher assuma pra si essa função. Talvez fosse por isso o estranhamento dos escribas aos ouvir Jesus dizer a um paralítico: “Filho, teus pecados estão perdoados”. (Mc 2, 5)
Seria mais fácil ouvir Jesus dizer ao paralítico: “levanta e anda”. Assim o show da fé seria menos blasfêmico que perdoar pecado… Aliás, esse negócio de perdoar quem gosta e quem entende é Deus!
Analisando a divindade de Cristo, observamos que Jesus de Nazaré sendo Deus – e um Deus que escolheu ser homem – Ele sem dúvida assumiu a pretensão divina que leva à compaixão, ao amor, à ternura, à bondade…
Contudo, se Jesus não fosse Deus, ele, com certeza, teria sido um homem nobre, um Rei (dos judeus e de quem quisesse ser seu súdito) que fazia escolhas divinas nos sentimentos do seu coração, preferindo a bondade ao invés da crueldade, a misericórdia à condenação, a amabilidade ao egoísmo, a ternura ao ódio, a esperança ao desespero, enfim, a Vida à morte!
O filme “O Todo Poderoso”, encenado pelo ator Jim Carrey, mostra, entre outras coisas, o quanto que o poder desmedido nas mãos humanas toma caminhos desastrosos. Mesmo que o sucesso do filme de comédia tenha sido mostrar o poder sobrenatural de Deus nas mãos de um simples sujeito e, a partir daí, as confusões que o personagem criou (que, aliás, são hilárias) não posso deixar de observar que, ao contrário do filme, foi o poder “sobrenatural” de amar e perdoar que Jesus copiou de Deus – e quis mostrar ao homem que este consegue viver a “dignidade de Deus” a partir de sua personalidade comungada com pequenos fragmentos do céu!
Deste modo, acredito que o extraordinário se torna ordinário através de pequenos-grandes atos, como a capacidade de perdoar e dar o perdão, mesmo sabendo que essa é uma tarefa exclusivamente divina, e por isso tão difícil – mas não impossível a gente como nós!…
P.S. (do Luis): Um banco, para ficar em pé e cumprir sua função, necessita de pelo menos 3 pernas. É com muita ALEGRIA que recebemos o Pedrão no time, que além de todas as características já citadas pelo Gabriel, também tem uma série de outras afinidades conosco: A intermitente falta de parafusos, o bom gosto, um senso de humor particular e a busca ousada da vida.
Tags: Cristianismo, Deus, pecados, perdão, vida


José Saramago




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