Bom dia, Boa tarde e Boa noite a todos os nossos visitantes!
Hoje, dia 13 de maio, dia da Abolição da Escravatura, dia de Nossa Senhora de Fátima, dia do Mulato, dia do Enfermeiro, dia da Estrada de Rodagem, aniversário de Dom João VI, Murilo Mendes, Waldick Soriano, e deste que vos escreve (para enviar presentes pelo correio entre em contato e peça o endereço…) hehehe.
Antes de continuar… assistam o Vídeo
E o tema de hoje é Liberdade!
“Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz” Niltinho Tristeza, Preto Jóia, Vicentinho e Juarandir
“Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda…” Cecília Meireles
121 anos atrás, a princesa Isabel finalmente assinava a lei Áurea que abolia de “vez” a prática da escravidão no Brasil. É minha gente… Por 102 anos de diferença que eu nasci liberto… parece muito? para mim é muito pouco.
Acho que qualquer um que saia as ruas e veja a situação do nosso povo, sabe que a liberdade é mais do que um ideal pelo qual se deve lutar.
A liberdade é uma necessidade! E ela é negada a muitos nesse mundo!
E é uma necessidade pela qual nós devemos lutar! Assim como outrora coube a Tiradentes, Eusébio de Queirós, aos membros da Conjuração Baiana, e a tantos outros que integram a história.
Não posso acreditar que as pessoas sejam livres enquanto a classe social, a cor, a ocupação determinam o grau de justiça que a pessoa merece receber do Estado. O preto, o pobre, o desempregado, o doente mental, exercem a liberdade que lhes é devida?
Não posso acreditar que as pessoas sejam livres, enquanto muitas delas não nasçam para possuir seus direitos. Como o direito ao próprio corpo, a liberdade, a pintar o cabelo de uma cor diferente, a chorar, se apaixonar, tomar pau no vestibular, conseguir o primeiro emprego e tantos outros… Esses direitos são sumariamente negados a milhares e milhares de crianças que são mortas sem chance de defesa. Elas tem liberdade?
Não posso acreditar, não quero acreditar e não vou me conformar! Como dizia uma camiseta que vi esses dias pela rua: “Não se acomodar com o que incomoda!”.
Por isso peço que cada um de vocês que hoje visitam este site, deixe a sua opinião sobre o que é a liberdade na nossa vida, e como ela está sendo tratada. Aceitamos ainda sugestões, pois não basta somente se indignar com a situação atual… é preciso lutar para que ela mude: COMO LUTAR PELA LIBERDADE?
Você que tem liberdade… exerça-a!Lute pela verdade… “A verdade vos libertará“!
Bom, aqui fica meu abraço a todos no dia de hoje. E que estejamos mais e mais livres a cada ano que eu comemorar.
Todo mundo já assistiu a alguma palestra anti-drogas – seja na escola, num movimento religioso ou onde for. Há aquelas excelentes, que te fazem sair pensando na vida – e há aquelas em que você sai se lamentando de ter visto. Me lembro de uma que assisti na adolescência, com um policial até bem intencionado, mas que insistia em tratar o usuário de drogas como um delinqüente, um sujeito sempre envolvido com a criminalidade, quase sem distingui-lo de um traficante. E eu, chato como sempre, não resisti em lascar a pergunta: “mas e aquele carinha ‘paz e amor’ que planta a maconhinha dele, e diz não atrapalhar ninguém?” Ele leu o artigo que qualifica o plantio dessas substâncias como crime, e arrematou: “Ele está tão errado quanto o outro que compra. Isso é papo dele pra levar você pra onda dele!”
E o problema não é só o preconceito. Falar de drogas em geral (incluindo o álcool e o cigarro), seja em palestras ou de qualquer outra forma, é sempre algo complexo, que exige o bom senso de conhecer a realidade do público que se quer atingir, como eles já vivenciam o assunto. Por exemplo, o testemunho de um ex-toxicômano pode comover e demonstrar as alternativas que a vida pode oferecer, mas pode também incitar a curiosidade de quem vê um cara saudável e feliz falando que já experimentou de tudo – especialmente em adolescentes que, digamos, já têm um “potencial” para entrar nesse mundo. É um trabalho bastante melindroso, nem sempre fácil de se fazer…
É isso que faz com que iniciativas como esta, da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD), em parceria com o PRONASCI (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e a UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), sejam tão louváveis. Sabendo do potencial de instituições religiosas e movimentos afins para tratar do assunto das drogas (afinal, além de sempre promoverem ações sobre o tema, a religião é muitas vezes o lugar onde a pessoa ou a família procuram refúgio ao depararem-se com situações de risco), eles elaboraram um curso à distância, visando capacitar pessoas com papel de liderança em tais movimentos para que saibam lidar um pouco melhor com isso tudo, unindo os conhecimentos médicos e psicológicos aprendidos ao amparo da sua fé (seja ela qual for).
O curso, que terá a duração de 2 meses (abril e maio/2009), possui o sugestivo nome de “Fé na prevenção” e estará abrindo nada menos que 5000 vagas, para interessados de todo o Brasil. O melhor de tudo? É gratuito! Isso mesmo: você participa no conforto da sua casa, não paga nada e ainda recebe um certificado de Extensão Universitária pela UNIFESP, que é referência absoluta no assunto.
O público-alvo são pessoas envolvidas em algum movimento religioso, de preferência que participem de alguma atividade na área de saúde e que estejam com a “mente aberta” para discutir sobre o tema. Como fazer para se inscrever? Basta preencher o formulário do site www.fenaprevencao.org.br(onde também estão as demais informações do curso) e aguardar a confirmação da seleção. As inscrições vão só até o final do mês de março, portanto não demore – e divulgue o máximo possível, afinal não é todo dia que se vê uma oportunidade dessas!…
E, pra refletir, vamos com o meu xará Pensador: “Tem alguém aí?”
UPDATE (11/04/09): Foram prorrogadas as inscrições para o curso!! Segundo o site, as inscrições poderão ser feitas ainda neste mês de abril, e a data de início do curso ainda será confirmada.
Ano passado, num debate sobre aborto promovido numa universidade na época da Campanha da Fraternidade de 2008 (que evocava as posições da Igreja Católica em relação a questões bioéticas e, portanto, era contrária ao aborto), vi um rapaz do DCE se levantar e lançar o seguinte questionamento: “Por que a Igreja não se preocupa também com as questões sociais do país? Por que a Campanha da Fraternização [sic] não poderia tratar, por exemplo, da Saúde Pública, da Reforma da Previdência?…”
Aquele jovem rapaz, que por sinal logo depois se candidatou a prefeito da cidade, provavelmente só tinha parado pra prestar a atenção numa Campanha da Fraternidade naquele ano, quando ela tomou uma posição que era claramente o oposto do que o seu partido pregava. A Igreja, naquele momento, era só uma instituição (palavra que por si só já trás arrepio a alguns) “reacionária”, que não pensava na situação das mulheres “negras e pobres” sem direito a um aborto “seguro”. Ou seja, “Campanha da ‘Fraternização’? Soy contra!”
Bem, mas talvez a CF do ano passado, provavelmente uma das que mais fez barulho na sociedade (nem tanto por abordar um tema polêmico, algo que não é raro nestas campanhas, mas talvez por contrariar um pouco a posição “de esquerda” que geralmente é esperada delas), tenha colaborado para que as pessoas se lembrassem do papel das Campanhas da Fraternidade de incitar a reflexão não só da Igreja, mas da sociedade em geral, sobre as realidades existenciais do povo brasileiro – e isso desde a década de 1960, beeem antes daquele rapaz ler o seu primeiro livro de Trotsk. Assuntos “sociais” já foram abordados aos montes nas CFs; só temas que falam sobre violência e paz, como o deste ano, já houve uns cinco. Mas, é claro, nunca é demais repetir, tem-se que ir cada vez mais fundo, e este é um tempo mais do que propício…
Tendo como tema “Fraternidade e Segurança Pública”, e como lema “A paz é fruto da Justiça”, a Campanha da Fraternidade de 2009, que se iniciou hoje e vai até a Páscoa, apresenta como objetivo principal “suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança para todos”.
(vídeo da CF veiculado na TV)
Dando uma olhada no texto-base, percebemos que, em síntese, a campanha pretende combater a violência com uma cultura de paz, ou seja, pensar além do simples “bota o bandido na cadeia que tudo se resolve”. Considera a negação de direitos como “raiz da violência” e rompe com a visão do combate à violência com estratégias violentas, procurando fomentar “a implementação de ações educativas, penas alternativas e fóruns de mediação de conflitos para superar os problemas e de segurança”. Luta contra a redução da maioridade penal, a pena de morte e a noção de justiça que diz que “todo mundo deve pagar pelo que fez”.
Essa visão (que num primeiro olhar também pode parecer um pouco ingênua) contrasta com a posição de alguns setores mais conservadores da Igreja, que defendem uma moralização maior da sociedade (garantia do cumprimento da lei e da ordem a qualquer custo) e da punição severa, proporcional à gravidade do delito, como meio de retaliação do crime. Pode parecer “reacionário” demais pensar assim, mas é o que vem à cabeça quando se depara com um crime hediondo como o estupro infantil, por exemplo… Ainda mais se acontecido na família. Não é?…
Os “conservadores” evocam o Catecismo; os “liberais” citam o Documento de Aparecida – ambos textos de grande valor para a Igreja, autorizados pelo papa. Eu, na minha modesta opinião, acho que quem quer se dizer cristão tem que pensar, antes disso tudo, na novidade que aquele cara chamado Jesus trouxe (não que ele tenha sido o único a falar disso, mas pelo menos é o que todos parecem mais dispostos a ouvir…).
Naquela bonita parábola do filho pródigo, o pai faz mais do que simplesmente perdoar os pecados do filho, que fez uma presepada danada com o dinheiro dele. Ele nem ouve os pecados. Antes, salta de alegria porque o filho voltou para casa (“e sempre tem a cama pronta e rango no fogão”…). Depois, certamente, como era um bom pai, deve ter conversado com ele sobre o que viveu, sobre a comida dos porcos que comeu, sobre como reparar a culpa que sentia… Pode até ter dado uma boas palmadas. Mas, naquela hora, era momento de festejar.
Vai, então, uma mensagem: não sejamos, pois, como o filho mais velho, que só se preocupou com o que o irmão FEZ. Antes de tudo, tentemos ser como o pai, que olhou para o quem o filho ERA.
Primeiro é hora de lembrar que quem erra, por incrível que pareça, também é humano. Depois, com isso em mente, a gente pensa em como reparar o erro, inclusive se lembrando de quem foi lesado (que, é claro, é tão humano quanto o outro). Sim, é difícil… mas é assim que se faz a vida. Pelo menos, pra quem acredita que o que gera a paz, antes mesmo da justiça, é o Amor…
PS: Um dos objetivos específicos da CF deste ano é denunciar “a injustiça presente na imunidade parlamentar para crimes comuns, o instituto da prisão especial e foro privilegiado”. No fim da década de 1990, uma Campanha da Fraternidade originou um movimento de combate à corrupção eleitoral, que entre suas conquistas, conseguiu implementar a 1ª lei de iniciativa popular da história do país, aquela que melhora a punição para o crime da compra de votos. Quem sabe, dessa vez, não surjam também leis que acabem com tantos “privilégios” para estes criminosos “especiais”?? Difícil, mas não impossível!…
A expressão é da música “We are Carnaval”, de Nizan Guanães, que fez sucesso na década de 90 na voz do cantor Netinho e já foi regravada por tanta gente que pode ser considerada uma espécie de “hino” do carnaval baiano (veja aqui uma versão com a Banda Eva gravada no Festival de Verão 2008). A letra, que reclama o título de “mundo do carnaval” para a Bahia, diz a certa altura que “o baiano é um povo a mais de mil: ele tem Deus no seu coração e o diabo no quadril”.
Mais do que expressar um estranho sincretismo, a letra parece querer mostrar, com bom humor, uma certa espécie de pequena “relativização moral” que de certa forma virou símbolo não só da Bahia, mas do Carnaval em si. “Nada demais”, diriam, somente algumas pequenas “diabruras”: botar malícia na dança, beber “um pouco” mais, experimentar coisas diferentes, fazer coisas que você não faria em outra época, em outro lugar… Isto, para muitos, é o sentido do carnaval. Como nesta charge do Maurício Ricardo (muito boa, por sinal!):
(clique no PLAY para ver a charge)
A maioria curte umas noites de “muita alegria”, e no máximo acorda no outro dia de ressaca rezando para que nenhum amigo sacana tenha filmado algo no celular e jogado no Youtube. Mas, infelizmente, esse mesmo senso de falta de limites” que é o símbolo do carnaval de tanta gente pode acabar acarretando problemas graves: acidentes, violência, transmissão de doenças, gravidez indesejada, overdose, estupro, brigas, mortes… Converse com alguém da área de saúde que já fez plantão em emergência na noite de carnaval, e vai ver que não é exagero tudo isso que se diz do carnaval, tem cada história escabrosa… Ninguém parece estar muito preocupado com isso (ao menos até que aconteça com ele), mas o governo e quem tem algum interesse no bem-estar da sociedade se preocupa, e muito. Aí vem o impasse: como tentar prevenir essas coisas, sem tirar a “magia” do carnaval, sem passar uma idéia moralista de que ninguém teria o direito de se divertir?…
Aí vêm as fortes campanhas publicitárias veiculadas nessa época, do clássico “se beber não dirija” (cujo complemento, “se for dirigir não beba”, alguns fabricantes de cerveja trataram de esquecer), às polêmicas “faça de tudo, mas faça com camisinha”. Polêmicas porque, segundo alguns, só tentariam resolver um ponto da questão, a “ponta do iceberg”, enquanto poderiam na verdade estar estimulando ainda mais a promiscuidade sexual, principalmente em adolescentes – e abrindo a porta para tantos problemas por ela gerados, que vão além de um simples controle de doenças e de gravidezes indesejada. Para outros, o problema é também de ordem prática: só o foco no preservativo não funciona. Tanto, que fazem décadas que todos estão carecas de saber como prevenir a tão temida AIDS, e ela ainda é um problema longe de estar controlado.
Não, eu não gosto de moralismo. Acho que, além de ser uma enorme fonte de frustrações e repressões pra nossa sociedade (Freud que o diga), ele simplesmente não funciona, hoje em dia. Diga pra alguém: “não faça isso”, sem lhe explicar e dar um bom motivo para isto, que você na verdade estará atiçando a curiosidade em sua mente para aquilo (quer ver? Não pense num elefante rosa. Com bolinhas brancas e um laço vermelho na orelha…). Mas acho que também não adianta nada tentarmos fazer o oposto, pregar a libertação total de toda e qualquer coisa que tenha cheiro de regra, estabelecer a moral do não-moral. Já repararam como é contraditória aquela clássica “É proibido proibir”? É como dizer que “tudo é relativo”. Nada menos relativo que a palavra “tudo”, não é?…
Cena "típica" de carnaval de rua...
Enfim, filosofias à parte, o que me pergunto é o seguinte: será que a frase “faça de tudo, MAS faça com camisinha” não teria também um efeito contraditório, semelhante à brincadeira do elefante? Primeiro dá-se uma ordem: fazer de tudo. Tudo, como todos sabemos, a princípio quer dizer “tudo” mesmo. Só depois é que esse “tudo” é relativizado, na segunda parte do apelo: não pode ser sem camisinha. Imagine o cérebro de um adolescente no auge da euforia hormonal (que não estimula só a sexualidade, mas também todo um tipo de comportamento “aventureiro” – você se lembra, não é?…), ouvindo esses dois conselhos na TV em meio a imagens de mulheres, digamos, bem delineadas fisicamente e com um mínimo de vestimenta decorativa, sem nenhuma explicação maior, sem algo que o faça questionar o porquê de “fazer de tudo”, e os porquês de usar camisinha. O que você acha que ficará mais forte pra ele?
Sim, há como ficar as duas coisas, é óbvio que há muita gente que faz “de tudo” mas pensa nas conseqüências. O problema é que as conseqüências nunca são totalmente previsíveis. Camisinha não é totalmente segura. Todo mundo sabe que ela rasga. Ainda mais depois de muita cerveja (ou outras coisinhas mais), é difícil colocar o troço direito, isso quando não a lembrança de usá-lo só vem quando já é tarde… Se o carnaval é encarado como a hora de esquecer todos os limites, mais do que natural se esquecer também do limite que a camisinha representa. Por essa razão, a promiscuidade em si é muitas vezes considerada comportamento de risco, com ou sem o uso de preservativo. Ou estou mentindo?
A solução? Sei lá, só sei que desse jeito não dá. Se continuarmos tratando a sexualidade só como fonte de preocupações quanto a doenças (incluindo a gravidez indesejada), creio que não vamos mais chegar a lugar algum. Há alternativas, ainda que um tanto “estranhas” à nossa mente brasileira: um dos programas de prevenção à AIDS que tem feito um grande sucesso é o de Uganda, curiosamente baseado em três mensagens, chamadas de “ABC”: A de abstinência (para adolescentes), B de “be faithful”, ou “seja fiel” (para casados), e C de condom, ou camisinha. O foco é nos dois primeiros, o C é pregado como um recurso à parte. E, por incrível que possa parecer, dá certo - tanto que o método está sendo implementado também em alguns países de primeiro mundo. Veja aqui uma reportagem de um jornalista comum, nada conservador, comentando sobre os resultados que viu quando foi ao país. A título de comparação, dê uma olhada na campanha de carnaval que o Governo Federal está propagando por aqui…
Não, não precisamos ser moralistas. Basta incentivar uma discussão um pouco mais profunda sobre o sentido disso tudo, da sexualidade, da afetividade, das relações humanas. Basta encarar cada um como alguém que pode ter uma pretensão maior da vida do que sair “curtindo aventuras” no carnaval – mas que, se tiver vontade de fazer isso, tenha capacidade suficiente de pensar, de planejar sua vida e, com isso, chegar à conclusão de que deve fazer tudo com responsabilidade, de dirigir a passar a mão na bunda alheia.
Afinal, pra grande parte das pessoas, o carnaval continua sendo uma época saudável, curtida das mais variadas formas, mas sempre como um louvor à alegria. Né, Sorriso?…
Renato “Sorriso”, o gari mais amado da Sapucaí
Um ótimo Carnaval a todos!!
UPDATE (03/03/09): Como que pra confirmar magistralmente isso tudo que publicamos no primeiro dia de carnaval, eis que, após tantos anos sem um presidente ir assistir ao desfile da Sapucaí (lembram do que aconteceu ao Itamar, o único que tinha tido coragem pra isso, até então? pois é…), o Lula me aparece lá pra jogar camisinhas pro povo, algo inédito “na história desse país”… Fiquei pensando no que comentar sobre isso, mas achei um cara que já fez isso por mim. E olha que nem conhecíamos o sujeito…
Seja você a favor ou contra a legalização do aborto, provavelmente concordará que o ideal deveria ser que ele não existisse. Digo “provavelmente” porque, acreditem, em alguns países não é raro encontrar quem considere esta uma prática natural, não mais do que uma espécie de “método anticoncepcional tardio”. Mas no Brasil, felizmente, todos parecemos estar [...]
Estou há 1 mês e meio morando em São Paulo. Antes disso, fiquei 7 meses em Campinas, vindo à capital pelo menos uma vez por mês. Ou seja, já deu pra sentir um pouco a “pegada” dessa cidade louca. Uma cidade em que, quem diria, eu nunca imaginei que estaria morando. “Já é muita gente, [...]
O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Fernando Pessoa Mônica e sua filha Giovanna, que nasceu com anencefalia: “Quem não tem vida chora?” (Conheça sua bela história aqui)
“Ao feto, reduzido no fim das contas à condição de lixo ou de outra coisa imprestável e incômoda, não é dispensada de nenhum ângulo a menor consideração ética ou jurídica nem reconhecido grau algum da dignidade jurídica que lhe vem da incontestável ascendência e natureza humana. Essa forma de discriminação em nada difere, a meu [...]
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