Ajudando

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Lixão do Morro do Bumba em 1977
Lixão do Morro do Bumba em 1977

Como eu não costumo assistir televisão, fico sabendo da maioria das tragédias pela minha mãe. Ela é uma espécie de “Balanço-Geral” do MSN. Foi através dela que infelizmente fiquei sabendo da tragédia em Niterói.

Um antigo lixão habitado por centenas de pessoas, estima-se 40 a 60 casas (havia até uma pizzaria e uma igrejinha).

Toda uma comunidade soterrada…

Por incrível que pareça isso me lembrou uma música do Rage Against the Machine, Calmo como uma bomba (Calm like a bomb).  Era essa a situação daqueles que agora são vítimas de uma tempestade,  mas que antes disso foram vítimas da exploração, descaso e falta de comprometimento.

Toda uma comunidade, fruto do descaso e da exploração do poder que ironicamente os representa nos âmbitos Municipais, Estaduais e Federais.

Toda uma comunidade, e tantas outras que ficaram décadas esquecidas, ignoradas, e que agora são oportunidade de exploração política, misteriosamente a visibilidade  só existe quando vem o desastre… e mesmo assim, nem sempre.

Resgates no Morro do Bumba - 2010
Resgates no Morro do Bumba – 2010

Esperamos que esta e mais uma infinidade de outras comunidades, pelo Rio e pelo mundo, possam receber a ajuda de urgência e sejam tratadas com a dignidade que merecem…

Espero ainda que esse sistema exploratório seja destruído de vez e um novo, justo e perfeito, surja para toda a humanidade

Mas até lá, lutemos incessantemente por melhoras!

Clique aqui para saber como fazer doações de alimentos e produtos para as vítimas do estado do Rio de Janeiro.

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PreconceitoDia desses, estava conversando pela rua com um novo amigo, que acabou de se mudar cá para Juiz de Fora. Estávamos falando sobre a cidade, quando ele comentou:

_ Outra coisa boa daqui é que a polícia de Minas é educada, trata a gente com respeito…

Ele estava vindo de uma cidade de outro Estado.

_ Lá era horrível, policial não respeitava mesmo. Nem pedia documento, já vinha tudo mal-encarado, tapinha na cara, mandava deitar no chão… Me abordavam sempre, eu tinha que andar fugindo de polícia, não gostava de ficar onde tinha policial por perto.

Olhei para ele. Não era, definitivamente, um sujeito mal-encarado, suspeito, mal-vestido. Pelo contrário, é uma pessoa simpática, alegre, passa uma boa impressão. Pelo pouco que o conhecia, via que não era de se meter em encrenca, andar com gente estranha; nem ao menos bebia. Ora, por mais imbecil que um policial seja, ele não sai revistando qualquer um na rua, tem que haver um motivo qualquer, por mais besta que seja, que o leve a suspeitar de alguém. Mas bastou um pouco mais de conversa para que a minha suspeita se confirmasse…

Era a pele. Meu amigo tem a pele morena, tem traços negros. “Motivo” mais que suficiente.

Embrulha o estômago imaginar que esse tipo de coisa acontece. Pior – imaginar que, infelizmente, não é um caso nada raro. Além de ser uma injúria sem tamanho, um crime, é uma atitude simplesmente burra. Pare pra imaginar quantos policiais, financiados pelos nossos suados impostos, estão neste exato momento “dando uma dura em cima de um nêgo” enquanto os verdadeiros marginais, de qualquer cor e classe, ainda circulam por aí. Aqui em Minas, no Rio, no Acre…

O fato é que a conversa me intrigou, e me fez ficar filosofando sobre as origens do preconceito. Como será que esse tipo de pensamento surge na cabeça de uma pessoa? O que o causa?…

Pois hoje acordei com a campainha tocando. Minha irmã atendeu, e me chamou.

_ Bom dia, senhor… Desculpe incomodar, eu moro aqui na redondeza…

O mesmo papo de sempre, pensei. Ontem mesmo fiquei um pouco chateado com um rapaz que nos abordou na rua, enquanto andava com minhas irmãs e minha cunhada, pedindo uns trocados. Não gostei da forma como insistia, e sobretudo como olhava para as meninas. O tipo de situação que nos força a ser um pouco mais ríspidos, algo do qual realmente não gosto.

prestobarbaMas o homem de hoje continuava:

_ …é que eu tenho uma entrevista de emprego hoje, e estou passando nas casas pra ver se consigo um prestobarba usado, ou qualquer coisa…

_ Só um instante – eu disse da janela, enquanto pegava uma cartela com dois aparelhinhos novos e descia pra entregar. Mas fui ainda um pouco ressabiado, pensando que ao entregá-los ele pudesse pedir um também algum dinheiro, naquele estilo “dá a mão, quer o pé”. E qual não foi a minha surpresa pelo seu contentamento:

_ Mas são novos!

_ Sim.

_ Puxa, obrigado! Obrigado mesmo!!

E se foi.

E agora, relembrando uma gratidão tão sincera por algo tão simples, que me custa tão pouco, eu fico me perguntando porque raios não lhe dei também um sabonete, um pincel de barbear, ou algo que servisse como espelho. Acho que são os pequenos preconceitos do dia a dia, que infelizmente nos deixam tão “armados” nas situações, tão preparados para desconfiar das pessoas, evitando até perguntar se precisam de mais alguma coisa… Poderia ao menos ter-lhe desejado uma boa entrevista, e um “que Deus lhe abençoe”, além do meu tímido “de nada”…

Fico aqui me cobrando… Mas, ao mesmo tempo, agradeço a Deus por ter me dado essa pequena oportunidade de ajudar alguém com tão pouco, com meus prestobarba e meu simples sorriso. E rezo para que aquele homem tenha tudo o que merece na vida, enquanto eu vou aprendendo mais um pouquinho, a cada dia, a lidar com meus preconceitos, lembrando que as pessoas são diferentes. Como o rapaz de ontem e o de hoje. Como meu amigo e um marginal.

Como eu e você.

Dia desses, estava conversando na rua com um novo amigo, que acabou de se mudar cá para JF. Estávamos falando sobre a cidade, quando ele comentou:

_ Outra coisa boa daqui é que a política de Minas é educada, trata a gente com respeito…

Ele estava vindo de uma cidade de outro estado.

_ Lá era horrível, policial não respeitava mesmo. Nem pedia documento, já vinha tudo mal-encarado, tapinha na cara, mandava deitar no chão… Me abordavam sempre, eu tinha que andar fugindo de polícia, não gostava de ficar onde tinha policial por perto.

Olhei para ele. Não era, definitivamente, um sujeito mal-encarado, suspeito, mal-vestido. Pelo contrário, é uma pessoa simpática, alegre, passa uma boa impressão. Pelo pouco que o conhecia, via que não era de se meter em encrenca, andar com gente estranha; nem ao menos bebia. Ora, por mais imbecil que um policial seja, ele não sai revistando qualquer um na rua, tem que haver um motivo qualquer, por mais besta que seja, que o leve a suspeitar de alguém. Mas bastou um pouco mais de conversa para que a minha suspeita se confirmasse…

Era a pele. Meu amigo tem a pele morena, tem traços negros. “Motivo” mais que suficiente.

Embrulha o estômago imaginar que esse tipo de coisa acontece. Pior – imaginar que, infelizmente, não é um caso nada raro. Além de ser uma injúria sem tamanho, um crime, é uma atitude simplesmente burra. Pare pra imaginar quantos policiais, financiados pelos nossos suados impostos, estão neste exato momento “dando uma dura em cima de um nêgo” enquanto os verdadeiros marginais, de qualquer cor e classe, ainda circulam por aí. No Rio, aqui em Minas, no Acre…

O fato é que a conversa me intrigou, e me fez ficar filosofando sobre as origens do preconceito. Como será que esse tipo de pensamento surge na cabeça de uma pessoa? O que o causa?…

Pois hoje acordei com a campainha tocando. Minha irmã atendeu, e me chamou.

_ Bom dia, senhor… Desculpe incomodar, eu moro aqui na redondeza…

O mesmo papo de sempre, pensei. Ontem mesmo fiquei um pouco chateado com um rapaz que nos abordou na rua, enquanto andava com minhas irmãs e minha cunhada, pedindo uns trocados. Não gostei da forma como insistia, e sobretudo como olhava para as meninas. O tipo de situação que nos força a ser um pouco mais ríspidos, algo do qual realmente não gosto.

Mas o homem de hoje continuava:

_ …é que eu tenho uma entrevista de emprego, e estou passando nas casas pra ver se consigo um prestobarba usado, ou qualquer coisa…

_ Só um instante – eu disse da janela, enquanto pegava uma cartela com dois aparelhinhos novos e descia pra entregar. Mas fui ainda um pouco ressabiado, pensando que ao entregá-los ele pudesse pedir um também algum dinheiro, naquele estilo “dá a mão, quer o pé”. E qual não foi a minha surpresa pelo seu contentamento:

_ Mas tão novos!

_ Sim.

_ Puxa, obrigado! Obrigado mesmo!!

E se foi.

E agora, relembrando uma gratidão tão sincera por algo tão simples, que me custa tão pouco, eu fico me perguntando porque raios não lhe dei também um sabonete, um pincel de barbear, algo que servisse como espelho. Acho que são os pequenos preconceitos do dia a dia, que infelizmente nos deixam tão “armados” nas situações, tão preparados para desconfiar das pessoas, evitando até perguntar se precisam de mais alguma coisa. Poderia ao menos ter-lhe desejado uma boa entrevista, e um “que Deus lhe abençoe”, além do meu tímido “de nada”…

Fico aqui me cobrando… Mas, ao mesmo tempo, agradeço a Deus por ter me dado essa pequena oportunidade de ajudar alguém com tão pouco, com meus prestobarba e meu simples sorriso. E rezo para que aquele homem tenha tudo o que merece na vida, enquanto eu vou aprendendo mais um pouquinho, a cada dia, a lidar com meus preconceitos, lembrando que as pessoas são diferentes. Como o rapaz de ontem e o de hoje. Como meu amigo e um marginal. Como eu e você.

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Infanticídio…

Essa é uma das coisas que eu não entendo como alguém possa defender. Talvez seja por me identificar um pouco com o Dexter, crianças são meu ponto fraco.

Daí vem a revolta quando vejo críticas e perseguições a projetos como o HAKANI e o ATINI, que se dedicam a salvar crianças indígenas. Coisa que deveria ser tarefa do Estado, mas este é mais um dos perseguidores.

atini2

Neste último dia 04 de fevereiro, os criadores da ATINI receberam uma intimação para depor na Procuradoria Geral da República, devido a diversas acusações absurdas. Eles pediram nossas orações, mas eu quero pedir ainda mais.

Em respeito aos projetos e a luta que vem sendo empregada em favor da vida, peço que orem e divulguem o caso.

Este absurdo não pode continuar desta forma!

Para saber mais, acessem os sites:
http://www.atini.org/

http://www.hakani.org/pt/

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça”

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zilda arns

Hoje está sendo um dia triste pra mim. Me lembro de poucas notícias de morte, dentre pessoas que não conhecia pessoalmente, que me deixaram assim. Morreu Zilda Arns, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Uma pessoa que fez muita coisa pela vida. E nos ensinou a viver.

Poderia aqui fazer uma bela homenagem, comentar sobre a tragicidade de sua morte junto aos militares, numa missão que buscava levar um pouco de paz a um lugar já tão massacrado como o Haiti – sem falar na própria tragédia de um terremoto tão grande para um povo que imaginávamos não poder sofrer mais do que já sofre. Mas creio que ao mistério da morte já basta o aperto no peito ao ver tantas homenagens pelos meios de comunicação afora, do Twitter a várias igrejas espalhadas pelo país. À morte, em si, não cabe sentido. Cabe o sentir.

Falemos, pois, de sua vida. Eu, particularmente, me emocionei ao ver o quanto era uma pessoa amada e conhecida, o quanto tanta gente de tantos credos – e tantos sem-credos – se comoviam de verdade com sua história. Não sabia que era tão conhecida, achava que eram poucos os que, como eu, gostavam de lembrar seu exemplo em inúmeras situações em que me diziam: “não tem jeito”. Os números são impressionantes: a Pastoral da Criança chega a reduzir pela metade a mortalidade infantil nos locais em que atua, a um custo de menos de R$1,00 por mês por criança. Zilda não fez tudo sozinha, mas fez mais que isso: soube levar centenas de milhares de pessoas a lutarem pela vida, levando-a a milhões de outras pessoas.

zilda arnsQual o seu segredo? Talvez soe simplório dizer que foi sua fé. Mas não há outra forma de dizer: Zilda, e tantos e tantos outros voluntários que realmente fazem a diferença por onde passam, o fazem por fé. Fé na vida, fé em algo melhor, fé que o mundo pode ser mudado – senão o mundo todo, ao menos o “mundo” de uma criança. Esse é o Deus de Zilda: um Deus que não acha que o Amor universal é algo demasiadamente abstrato, bonito em palavras mas longe da realidade. Um Deus que é o Amor em si, e nos dá força para amarmos também.

Talvez ainda tenhamos que esperar muito pelo dia (se é que ele vai chegar) em que o Estado faça realmente o que lhe pagamos para fazer, trabalhando com o devido respeito e dedicação por todos, sem por a culpa na falta de recursos (que, cá pra nós, são bem maiores que R$1,00 por pessoa) ou no que quer que seja. Talvez um dia todos consigamos fazer do nosso sustento uma forma de ser sustento para quem está ao nosso lado; façamos o que deve ser feito. Mas, enquanto isso, aprendamos com quem faz sem ter a obrigação de fazer. Aprendamos a amar!

Bela reportagem de 2000 que mostra o trabalho da Pastoral da Criança e sua luta pela conscientização nas eleições: “Educação é mais importante que cesta básica.”

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O Wagner do blog O Possível e o Extraordinário deu essa dica:

UNascer_e_um_direitom grupo de 33 jovens começou uma verdadeira aventura pelo interior do Brasil, vão percorrer várias cidades para divulgar e conscientizar o povo em relação a importância de defender a vida.

O grupo faz parte da campanha “Nascer é um direito“, e atualmente está pedindo doações para custear o combustível gasto na empreitada contra o aborto.

Na minha sincera opinião, isso sim que é  transformar o cerne de nossa crença em ações concretas e construtivas. Parabéns aos 33 aventureiros do “Nascer é um direito“, essa é uma iniciativa que merece nosso reconhecimento (independentemente de divergências em relação a posicionamentos teórico-políticos).

nascer_e_um_direito_pequeno

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visao_mundial

world_vision01

Faz bastante tempo que a @evangelista nos indicou a Visão Mundial, uma organização brasileira, não governamental e cristã que luta pelo desenvolvimento, promoção humana, justiça, assistência social, e combate a pobreza.

VM_bannerVocê pode ler mais sobre a Visão Mundial aqui, mas o mais importante é saber que esta é uma organização que se dedica a apoiar projetos de desenvolvimento e transformação social, que promovam vida em abundância para crianças, em todos os níveis que isso seja possível.

Através dela você pode encontrar e apadrinhar crianças, segundo as suas condições, ao mesmo tempo em que recebe informações sobre o projeto que beneficia a comunidade na qual a criança está inserida.

Vale como dica para todos os nossos visitantes, quer seja esta organização ou outra, existe muita gente precisando da nossa ajuda por aí…

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Feto

Sei que o título parece aqueles assuntos de e-mail-corrente, mas é algo realmente importante!

Se você é uma das pessoas que está nos dando a honra de batermos nossos recordes de acessos graças aos posts sobre aborto, preste atenção: está para ser votado a qualquer momento, na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que visa liberalizar completamente o aborto,  em qualquer situação e em qualquer época da gravidez (exceto se for feito sem a permissão da gestante). Não concorda? Pois

CLIQUE AQUI E PROTESTE!!

Ainda tem dúvidas? Pois confira, no site da câmara, o texto do PL 1135/91, que simplesmente prevê a supressão do crime de aborto no Código Penal. Há um PL anexo que permite regularizar o aborto até os 90 dias de gestação e sua realização obrigatória no SUS, mas não questiona a liberalização para outras etapas. Ou seja, na prática nada impediria que alguém fizesse um aborto aos 9 meses de gravidez.

Os que insistem nesse projeto fingem ignorar que a maioria esmagadora dos brasileiros (mais de 80%) não concorda que o aborto deixe de ser crime em qualquer caso!

Manifeste-se, faça barulho! E uma das formas de protestar é assinando esse abaixo-assinado eletrônico, que será encaminhado aos nossos parlamentares assim que atingir a meta de assinaturas. Assinar lá é mais rápido que ler este post inteiro, e é de gente mais que confiável. É organizado pelo Ministério Universidades Renovadas, da RCC do Brasil. Mas não custa lembrar que, como dissemos no post anterior, acima até de ser uma questão religiosa, é uma questão de vida. De princípios.

Se você já assinou, baixe também no site a versão impressa do abaixo-assinado, para distribuir entre seus amigos, familiares, igreja, escola, enfim, a todos que defendem a vida!

Re-citando Luther King: “O que mais me preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética. O que mais me preocupa é o silêncio dos bons.”

Nunca é demais relembrar o “Silêncio”…

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hemocentro

O que vem à sua cabeça quando se fala em “Sexta-feira da Paixão“?

Se de imediato lhe vem a “Paixão” do Mel Gibson, provavelmente você deve imaginar muito sangue

Pois resolvemos pensar um pouco em quem está precisando de sangue por uma questão de vida ou morte (número que, infelizmente, sempre cresce em feriadões), e (tentar) realizar uma doação coletiva nesta Semana Santa. E lá fomos nós: eu, Luís e Pedrão, os três intrépidos autores deste blog, adentrando o Hemocentro em busca de aventura…

O que deu?

Deu nesse videozinho aí… nossa primeira “superprodução”. Veja com seus próprios olhos! rs…

Só esperamos que nossa primeira aparição em público neste blog não diminua nossas inúmeras fãs… Afinal, o que importa é a beleza interior, né?…

PS1: Se você é, digamos, uma pessoa “sensível” (pra não dizer “fresco”), daqueles que tapam o olho no cinema na hora que aparece sangue na tela, pode ficar tranqüilo – esse vídeo não assusta nem minha tia Marilene (já fiz o teste com ela… rs). Relaxe e curta a trilha sonora! ;-)

PS2: Se quiser mais informações sobre doação, clique aqui – ou reze para Santo Isidoro de Sevilha (padroeiro da informática) nos conceder a graça de conseguir editar a entrevista que fizemos com o médico responsável pela triagem – que foi bastante esclarecedora…

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Madre Teresa

“Se você não puder alimentar cem pessoas, alimente pelo menos uma.”
Madre Teresa de Calcutá

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joe_e_lewis

“Você só vive uma vez, mas se fizer tudo direito, uma é o suficiente.”

(Joe E. Lewis)

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