Porquê não fazer aborto – parte 02

gato_sapoUma vez, em um debate, escutei de uma colega a seguinte frase: Feto não é gente! Em outra oportunidade nos deixaram um comentário no qual chamavam uma criança nascitura de “girino”, também destituindo o feto de qualquer caráter de humanidade.

Em vários discursos que já escutei, essas crianças (que somente ainda não tiveram a oportunidade de nascer) eram colocadas abaixo de quaisquer outros animais. Existe até uma metáfora batida no meio “pró-vida”, mas que sempre vale a pena ser repetida, que diz assim:

Geralmente, as mesmas pessoas que lutam pela legalização do aborto também apóiam o projeto tamar. É a metáfora do tamar-matar. Como uma pessoa pode lutar pela morte de uma criança, que ainda não nasceu, ao mesmo tempo em que se esforça para ajudar a vida de tartaruguinhas, que também ainda não nasceram?

Como já dissemos aqui outras vezes, lógica não parece ser uma disciplina muito estudada em alguns meios…

Continuando a saga “Porquê não fazer um aborto”, veja algumas imagens do fotógrafo Lennart Nilsson, desta vez, mostrando os primeiros 28 dias de uma criança.

5a6dias5 ou 6 dias…

8dias8 dias, olhem que lindo!

24dias_coracao24 dias, já com o coração…

28dias_colina_vertebral28 dias, com o coração e a coluna vertebral…
Como é que se pode dizer que não é uma criança?

Um ótimo final de semana!
Se você não viu, veja a primeira parte deste post
E como diria o Dominó, viva a vida!

Gostou? Veja também:

  1. Porquê não fazer aborto – parte 03
  2. Porquê não fazer aborto – parte 01
  3. “Dona de clínica de aborto nos EUA é presa por jogar bebê no lixo”

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  1. Karina’s avatar

    AS pessoas que falam que bebês no ventre materno não são criança, em algum momento de suas vidas trocaram o coração formado dentro de ventre de suas mães por uma pedra qualquer.

    Lindas as imagens, mais uma vez, vocês estão de parabéns.

  2. Saulo Salviano’s avatar

    Tenhamos cuidado com a cultura da morte que estão pregando pelo mundo. Começam criando uma cultura fria de aborto, depois levam a pensar sobre a praticidade de se fazer uma ortotanásia e enfim mostram suas garras. Tudo por causa do aporte financeiro que é conquistado desde venda de medicamentos, instrumentais e outras coisas ligadas ao aborto, até a economia para as empresas de saúde ao se desligarem os aparelhos de um paciente em coma ou outro estado vegetativo.

    Tenhamos bom senso e sejamos mais informados para não cairmos em qualquer conversa mole.