Ontem foi o dia escolhido para a luta pela legalização do aborto, aqui no Brasil. E hoje, 08 de outubro, é dia do Nascituro. Dia de luta contra o aborto.
Em meio a tantos gritos, resolvemos dar também o nosso: apresentamos, enfim, a 2ª versão de um pequeno vídeo que já deu muito o que falar… São só algumas questões, bem simples, mas que já causaram muito barulho e uma imposição de silêncio. E, infelizmente, nenhuma resposta…
Com vocês, então, “Fim do Silêncio ou Grito Silencioso 2″. Quem já viu, reveja. Quem já linkou, por favor, redirecione o link!
Só não fique em silêncio. Basta.
Clique aqui para ver no Youtube.
Veja também o post que originou o vídeo.
Citações do vídeo:
- Entrevista da diretora do documentário “Fim do Silêncio”
- Cenas de “Fim do Silêncio”
- Documentário “O Grito Silencioso”
- A história de Bernard Nathanson
Gostou? Veja também:
Tags: aborto, Bernard Nathanson, Censura, feminismo, feminista, Fim do Silêncio, Grito Silencioso, Thereza Jessouroun, vida
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Eiii meninos,
Parabéns pelo belíssimo vídeo!!! Temos que manter a “luta” (não sei se seria essa palavra) pela vida!!!Um grande abraço!!!
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Parabéns…
vamos lutar sempre…. -
LEGAL O VÍDEO. Porém, tudo que me levou a comentar com vocês, foi o fato de, no início, parecer este site, algo exclusivo contra a Dilma e o PT, devido congresso em que participamos e fomos acusados de defender o aborto. Gente, tudo que escrevi foi pela experiência de vida. Minha mãe é muito doente, hoje, aos 73 anos e, segundo médicos, são seqüelas de um aborto que ele fez, por vontade de meu pai. Seria o 1º filho. Depois, vieram mais 6. Acompanhei e dei um computador a uma menina, de nome Thayne, que não tem o corpo, da cintura para baixo e anda sobre um ska-te. Ela é fruto de um aborto mal sucedido. Penso que, se toda mulher tivesse um acompanhamento de saúde pública, poderia ser demovida da idéia de abortar e, o Estado daria condições para que criasse o filho.
Gente, eu trabalho com a Igreja Católica há 27 anos, participo de grupos de auxílio às pessoas carentes, aos jovens entregues aos vícios e tudo o mais, onde a comunidade humana precisa de mim. Por tudo isso, um dia, resolvi filiar-me a um partido político, por entender que, somente com vontade política, se mudam realidades. Li sobre a criação de todos os partidos e, ao ler o Estatuto e quem criou o PT, sendo pessoas com trabalhos de igrejas e de comunidade, resolvi que seria neste que eu militaria, e buscaria participar da vida política, onde tantos desmandos são cometidos. Com o passar do tempo, trabalho com a Igreja, Associações de Moradores e o Partido Político, pensando que, os três, bem empregados, são instrumentos de transformação da sociedade. Mas, vi também que, se alguém rouba na política, o apontado a culpado é o PT. Vocês viram quantos escândalos de roubalheira tivesmos, porém, a maior ênfase, sempre foi quando havia um membro do PT envolvido. Não foi assim ?
Só que, aqui, também tem gente honesta e honrada. Aliás, nestes 27 anos de luta, através de movimentos sociais, onde colocamos nossas vidas em risco, apontando desvios de conduta de políticos, nossos movimentos não contam com ninguém de outras siglas. Inclusive, não temos apoio de nenhuma Igreja. Assim, continuamos lutando e acreditan-do que, um dia, teremos justiça social para todos.
Prometo não mais me manifestar.
Renato Lourenço Pinto.
Presidente do PT de Rio Branco do Sul – PR.
Membro da Pastoral da Música, na Igreja Católica.
Membro de Associação de Moradores.


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