Hoje recebi um texto que me fez pensar um pouco mais…
(Para quem ainda não viu, vale a pena ver o vídeo que produzimos para discutir a questão do aborto…)
A Andrea Patrícia do site Borboletas ao Luar, publicou uma notícia contando que mais de 40 pessoas foram presas, no dia 17 de maio de 2009.
Elas estavam agindo de forma violenta? Não.
Faziam coisas ilegais? Não.
Por que a prisão? Por se oporem ao presidente!
Por que? Porque estavam manifestando o seu livre direito se expressar e de protestar contra o aborto, durante uma palestra que o presidente Barack Obama (assumidamente favorável ao aborto) proferia na Universidade Católica de Notre Dame – EUA…
Achamos alguns vídeos no Youtube, infelizmente não estão legendados, mas acredito que não é tão necessário. Basta olhar para o rosto de um padre (Norman Weslin), com mais de 80 anos, sendo preso, amarrado E IMOBILIZADO, por defender a vida.
Ele diz, em meio a muitos “Ave Maria”: “vocês estão prendendo um sacerdote católico por tentar salvar a vida de uma criança?! Pensem! Não percebem que estão raciocinando ao contrário?”
Alan Keyes que já foi candidato a presidente também foi preso.
Triste?
Muito.
E a grande imprensa, com toda a sua sede de notícias bombásticas… divulgou esses fatos?
Não!
E nós? Ficaremos calados, acreditando que o aborto não é um problema nosso? É algo no qual estranhos não devem se meter, que é para ser discutido individualmente entre os “parceiros”, ou é uma decisão que cabe somente a “mulher“? Será?
Será que a vida não é um assunto para ser discutido por toda a humanidade?
Para quem não sabe, a última frase do hino dos Estados Unidos termina assim: Na terra do livre e na casa do valente!
A estes 40 norteamericanos que foram presos e a todos que protestaram: todos os nossos aplausos!
Valentes eles já demonstraram ser. E apesar de estarem presos, tenho certeza de que também são livres, pois A VERDADE LIBERTA.
E como já disse Gandhi: “O erro não se torna verdade por se difundir e multiplicar facilmente. Do mesmo modo que a verdade não se torna erro pelo fato de ninguém a ver.“








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