Padre Fábio de Melo. Não se fala em outra coisa. Só neste final de semana, já foi um especial “Homenagem ao artista” no Raul Gil, a reprise de uma pregação na Canção Nova, uma reportagem especial no Jornal do SBT, e sabe-se lá quantas outras coisas…
A mídia em torno do padre se torna cada vez maior. E não somente em torno dele, a cada dia vemos a mídia de massas ressaltar um certo número de artistas religiosos que buscam diminuir a distância entre o sagrado e o “profano“.
A Somlivre já se rendeu à qualidade musical e ao número de vendas de vários artistas católicos: Pe. Fábio de Melo, Rosa de Saron, Adriana. E muitos outros virão.
No Vagalume, Kaboing, Terra Letras, e em vários outros sites de letras e cifras da internet, a banda Rosa de Saron está no TOP artistas e músicas…
A que se deve isto?
Quando esta pergunta é feita a qualquer um destes novos artistas a resposta é, muitas vezes, simples e humilde: Só estou fazendo uma parte do trabalho… Só estamos colocando em prática aquilo que Deus nos confiou… Sou só mais um trabalhador na messe…
Isto é fato, e como diria um antigo professor meu: Contra fatos não há argumentos…
Mas outro fato é que, cada dia mais, a sociedade vai abolindo antigos preconceitos e mescla de forma muito bonita o “sagrado” e o “profano“.
Pode padre bonito? Pode rock cristão? O secular não é “pecado”? Podemos ver a religião de outra forma? Podemos ver a vida de outra forma?
Sim, podemos… É fato e contra fatos, não há argumentos…
Além de todo fenômeno midiatico, é importante olhar mais longe. Essa vida que passa rápido demais para que fiquemos presos em preconceito, timidez ou medo…
Um agradecimento pessoal a todos aqueles que fazem da vida, do sagrado e do profano, uma mistura mais gostosa…
Obrigado aos que perceberam que suas penas já cresceram e que é preciso abrir as asas e tentar…
“Se eu não tentar não saberei como se voa
Não foi a toa que eu nasci para voar“


Comentários